Ghostwriting de LinkedIn para executivos que reconhecem texto de IA na primeira frase (e recusam assinar embaixo).
A gente mapeia a sua voz antes de escrever a primeira linha. Em três a quatro meses, o seu feed deixa de soar institucional e começa a virar referência de opinião no seu recorte de mercado. Você não escreve nada. E pode auditar comigo a verificação anti-IA de cada post.
Formulário curto, leva uns três minutos. Se não for encaixe, eu te digo logo na primeira conversa (prefiro assim, e no fim você também vai preferir).

O seu LinkedIn hoje soa como a sala de imprensa da empresa.
O executivo brasileiro tem três caminhos pra construir presença, e todos chegam no mesmo lugar.
Escrever sozinho.
Aí o post é a quarta prioridade do dia e some na primeira semana cheia. Cadência não sustenta.
Delegar pro marketing interno.
Aí vira release: institucional, correto, sem uma opinião que seja sua.
Contratar ghostwriter de mercado.
Aí volta um post que poderia estar assinado por qualquer outro diretor do setor.
O resultado é sempre o mesmo: presença morna e uma autoridade percebida que não sai do lugar. Zero inbound qualificado, porque ninguém consegue distinguir a sua posição da posição dos outros cinco do seu segmento.
E o problema escalou. Desde que a IA generativa entrou na rotina das agências, boa parte do ghostwriting executivo virou ChatGPT com uma revisão por cima, vendido como serviço premium. Você lê a primeira frase e sabe. O seu mercado também sabe.
A gente escreve depois de mapear a sua voz. Nunca antes.
O ghostwriting genérico começa no lugar errado: um briefing de trinta minutos, "tom" definido como adjetivo (formal, próximo, técnico, sempre os mesmos), e parte pra produção. O texto flui. Mas o que sai é template com o seu nome em cima.
Aqui o trabalho tem quatro camadas, nessa ordem.
- 1
Imersão de Voz Executiva.
Três conversas de profundidade pra escavar a sua tese, as suas opiniões fortes, as histórias de bastidor e o seu posicionamento competitivo real: o que você defende e o que você recusa. É escavação, com a profundidade que um briefing nunca alcança.
- 2
Arquitetura de Territórios.
Três a cinco pilares de autoridade que você vai ocupar com consistência. O mapa de onde a sua voz tem mais a dizer e onde o mercado ainda tem espaço pra te ouvir.
- 3
Documento de Voz Viva.
A referência que governa cada post: o vocabulário que você usa de verdade, as estruturas que combinam com o seu jeito, as opiniões registradas, as suas frases-assinatura. Evolui mês a mês conforme a gente calibra.
- 4
Produção com auditoria anti-IA documentada.
Cada peça passa por uma lista de verificação que elimina os padrões típicos de texto de máquina: vocabulário morto, paralelismo negativo, gerúndio inflado, hooks batidos, meta-comentário, hype, puffery. A lista pode ser mostrada a você. Você audita qualquer post comigo quando quiser.
O que muda quando a voz vem primeiro
Um feed que parece você.
Quem lê reconhece a sua cabeça antes de bater o olho no seu nome.
Posição clara no seu recorte de mercado.
Você passa a ocupar território de opinião, com consistência, em vez de aparecer de vez em quando sem rumo.
Inbound qualificado.
As pessoas certas chegam porque entenderam onde você está. (Frequência sem voz é só ruído, e ruído não gera conversa comercial.)
Zero linha escrita por você.
Você aprova e publica do seu perfil. O trabalho de extração, escavação e tradução fica comigo.
Prova de processo, não juramento.
A auditoria anti-IA é documentada e auditável. Você não precisa confiar na minha palavra, você confere.
Uma voz que amadurece.
O Documento de Voz Viva fica mais preciso a cada mês, e a calibragem reduz revisão com o tempo.

Quem está do outro lado do seu perfil
Sou a Diandra Arbia. Quinze anos em comunicação corporativa antes deste trabalho, com a Nike Brasil entre os clientes, e especialização em Content Marketing pela UC Davis.
Trabalho sozinha e de propósito. Cada voz é escavada na mão, sem briefing repassado por assistente, sem gerente de conta no meio. O que chega no seu perfil passou pela minha cabeça antes.
A auditoria anti-IA é a parte que eu mais gosto de mostrar. Ela existe num documento, com a lista de tudo que é varrido em cada peça. Você pode pedir pra ver, pode auditar um post comigo linha a linha. Eu prefiro te entregar uma verificação que você confere a te prometer "escrita humana" e pedir que você acredite.
Como o trabalho é estruturado
Começa pela fundação: Voz e Presença Executiva.
Voz e Presença Executiva
A imersão de voz aplicada especificamente ao LinkedIn. Você sai dela com:
- Três entrevistas de profundidade
- O mapeamento dos seus três a cinco territórios temáticos
- A definição de tom, registro e arquétipo de autoridade
- O seu Documento de Voz Executiva (a referência viva de todo conteúdo futuro)
- Uma sessão de devolutiva e calibragem
Essa fundação é inegociável. Sem voz mapeada, eu literalmente não saberia escrever na sua voz, e o que sairia seria exatamente o post genérico que você já recusou no mercado. Por isso eu não começo ghostwriting de ninguém sem ela.
Presença
Operação de cadência, pra quem quer publicar com consistência e voz própria. Inclui os posts na frequência contratada, reunião mensal de pauta e calibragem, rodadas de revisão por peça, auditoria anti-IA documentada em tudo e atualização contínua do seu documento de voz.
Autoridade
Operação de posicionamento ativo, pra quem quer construir tese visível e ocupar espaço de opinião no setor. Tem tudo do Presença e ainda: um artigo longo por mês como peça âncora de tese, a curadoria semanal de dois a três posts de terceiros pra você comentar com ângulo estratégico, e mais rodadas de revisão por peça.
Duração a partir de quatro meses, por motivos de: método. Menos do que isso, a voz não amadurece no feed e as métricas não estabilizam. Eu prefiro recusar do que entregar resultado pela metade.
Sobre valores: variam por tier e por frequência, e a frequência maior dilui o custo fixo da operação (a gente fecha o número na conversa, depois que eu entender o seu recorte). É a parte simples. A parte que importa é saber se tem encaixe.
Você conta o seu contexto, eu digo com honestidade se é encaixe e qual desenho faz sentido pra você.
O que costuma aparecer antes da primeira conversa
Por que eu pago uma fundação antes do retainer?
Porque sem voz mapeada não existe ghostwriting honesto, só template com o seu nome em cima. A Voz e Presença Executiva é o que me permite escrever como você, e não como mais um do setor. Ela é o que separa esse trabalho de uma fábrica de post.
Vocês escrevem a opinião por mim?
Não. Você precisa ter tese. Eu escavo, organizo e traduzo o que já é seu. Ghostwriter que inventa opinião de cliente está fazendo discurso, e discurso constrói persona vazia. Posicionamento de verdade começa na sua cabeça, e o meu trabalho é dar forma encontrável a ela.
O que garante que eu não vou receber texto de IA?
A auditoria anti-IA documentada. Cada peça passa por uma lista de verificação que varre os padrões típicos de texto de máquina (vocabulário morto, paralelismo negativo, gerúndio inflado, hooks batidos, hype, puffery), e essa lista é visível. Em vez de te prometer "escrita humana" de forma vaga, eu te entrego um processo de verificação que você pode conferir comigo a qualquer momento.
Por que mínimo de quatro meses? Não dá pra testar com um ou dois?
Os primeiros trinta a quarenta e cinco dias são de calibragem: você ainda está aprendendo a reagir ao que sai, eu ainda estou afinando o documento de voz com as suas devolutivas. O resultado real aparece entre o terceiro e o quarto mês. Testar com prazo curto é desenhar o serviço pra falhar antes de ele ter chance.
Presença ou Autoridade: qual é o meu?
Se o seu objetivo é estar no feed com qualidade e voz própria, Presença resolve. Se o seu objetivo é ser referência reconhecida no seu recorte de mercado, com tese visível, Autoridade é o desenho certo (e dá pra começar no Presença e subir lá pelo terceiro mês, quando a voz já está calibrada).
Quem publica os posts, você ou eu?
Você publica, do seu próprio perfil. Eu escrevo, você aprova, você posta. Isso mantém a autoria genuinamente sua e preserva o seu controle final. Se em algum momento você quiser delegar a publicação pra alguém do seu time ou pra mim, a gente conversa.
E se eu já tiver um posicionamento de marca definido?
A fundação traduz o que já existe pro LinkedIn sem ruído, e pesca o que costuma ficar de fora do posicionamento institucional: as opiniões fortes, as histórias de bastidor, o que você defende e o que você recusa. Voz pessoal de LinkedIn e posicionamento corporativo são coisas diferentes, mesmo quando você é a cara da empresa.
A vaga é o que decide o ritmo, não o seu calendário.
Eu pego poucos ghostwritings por vez, porque cada voz é escavada e calibrada na mão. Quando as vagas fecham, abre lista de espera.
Se você chegou até aqui, provavelmente já recusou a versão genérica disso pelo menos uma vez. A aplicação é o primeiro filtro: você me conta o seu contexto, eu te respondo com honestidade se tem encaixe e por onde a gente começaria.
Sem compromisso de contratação. Se eu achar que não é o seu momento, eu digo (e às vezes aponto o caminho mesmo quando não é comigo).

